Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
O que é a alma?

Esse mistério que nos prende, que nos agarra, que nos faz pensar... Mistério do infinito! Assombração inquietante! Corpo meu, não passas de um iludido que tem desejos e que me encaminhas para o teu trilho... És um obstáculo para a concretização da alma... Mas afinal quem é racional? Serás tu, mostro das utopias, ou tu, ser oculto?

Tão divididos que estão. Tão opostos que são.

O corpo é irracional a agir, os seus comportamentos são inválidos. A alma está somente alojada neste meu corpo, como por obrigação. Os sentidos enganam-me em cada respiração... A parte racional ausenta-se e o sonho retorna. O sonho daquele amor perdido no tempo... Perdoa-me por não conseguir controlar a causa dos meus comportamentos. Personalidade fatal, comportamento imoral. Evolução só depende das situações e da personalidade. Que me trará o futuro?


publicado por BSH - Bill Stein Husenbar às 21:35 | link do post | comentar

2 comentários:
De Maria Luisa Adães a 28 de Abril de 2008 às 19:22
Recebi um comentário ao Poema "canção do Vento" e descobri assim este blog.
Tudo quanto escrevo é profundo, intimista e abstracto; agradeço a compreensão do meu sentir.
"Desabafos Solitários" torne a escrever dentro das possibilidades do mundo em que temos a nossa escrita inserida.
Escolhi a "Alma" onde fala daquele amor perdido no tempo...

E pergunta "Que me trará o futuro"

Talvez o futuro não importe, assim tanto... importa mais o "Presente", este momento instântaneo que está a passar tão rápido ... onde eu interrogo e espero uma resposta ...

Vou dar-lhe o nome do meu email e dos meus blogs ( pode interessar - não sei!).

luisa_maldonado@sapo.pt

Blogs - prosa-poetica.blogs.sapo.pt

blogs - os7degraus.blogspot.com

marialuisaadaes@gmail.com

o blogs do Google tem sido pouco ou nada, visitado ...está inserido há cerca de um mês - tem tido visitantes, mas comentários "nada"
É diferente do Sapo - mas parece-me bom! Gostava da sua opinião!

Com amizade,
Maria Luísa


De Raquel Vasconcelos a 22 de Abril de 2008 às 17:52
"E foi então que a minha alma caiu no mar imenso e frio, amortecida por um ondular suave, repetitivo. E, para meu espanto, todos os fragmentos do meu eu rodopiaram até se encontrarem com o oceano, onde as ondas tentavam cumprir o seu futuro, comungar de mansinho com a areia húmida."


Comentar post

links
blogs SAPO
RSS