Domingo, 29 de Junho de 2008

 

Tua identidade perdida,
Flutuava na consciência do absurdo da existência,
Fingias,
Eras sincero
Sonhavas,
Eras real,
Toda a tensão te deixara mais pobre...
 
Por entre a solidão, tédio
Angústia e cepticismo,
A tua dor de viver
Aumentava.
 
Teu fingimento,
Baseava-se em experiências de vida,
Transcrevias o que imaginavas e,
Não o que era real.
 
Magicamente,
Quem sentia os poemas
Era eu...
 
Não queres intelectualizar as emoções.
Não queres parecer insensível.
Desfrutas dos instantes...
 
Não paras de pensar!
Sentes-te mal
Com tanta intelectualização...
 
Tudo fica negro,
Distante,
Confuso...
 
A realidade evapora-se por entre
Teu pensamento...
 
És múltiplo nas
Acções e no
Pensamento.
 
Incapaz de os definir,
Preferes observar do que
Ser observado...
 
Sofres a vida, incapaz de a vivendo...
 
Desespero com a sua não existência,
Frustrado estou!
 
Saudades suas, Mestre...
 


publicado por BSH - Bill Stein Husenbar às 12:07 | link do post | comentar

links
blogs SAPO
RSS